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IFRRU 2030, Patriarcado de Lisboa e Cáritas reforçam oferta de habitação acessível



                      IFRRU 2030, Patriarcado de Lisboa e Cáritas reforçam oferta de habitação acessível

O Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFRRU 2030), o Patriarcado de Lisboa e a Cáritas Diocesana de Lisboa assinaram um protocolo de colaboração para facilitar a reabilitação e construção de projetos de habitação e arrendamento acessível.

Em comunicado, pode ler-se que esta parceria “pretende aproximar o financiamento disponível através do IFRRU 2030 das entidades que, através das Fábricas da Igreja e de outras pessoas jurídicas canónicas, asseguram a administração e gestão de património imobiliário da Igreja, criando condições para que este possa ser reabilitado e colocado ao serviço de pessoas com necessidades habitacionais”.

O Patriarcado de Lisboa e a Cáritas Diocesana de Lisboa irão apoiar as Fábricas da Igreja na identificação e estruturação de projetos habitacionais economicamente sustentáveis, procurando compatibilizar a prática de rendas acessíveis ou moderadas com a necessária sustentabilidade financeira dos projetos.

Na prática, esta parceria vai promover a partilha de informação técnica e financeira, a identificação de oportunidades de intervenções e desenvolver modelos de financiamento adequados à realidade dos projetos. O objetivo passa também por promover soluções que contribuam para a sustentabilidade dos investimentos, incluindo medidas de eficiência energética e resiliência sísmica.

O protocolo foi assinado pela presidente da Comissão Diretiva do IFRRU 2030, Isabel Barroso de Sousa, do patriarca de Lisboa, D. Rui Valério, e do presidente da Comissão Diretiva da Cáritas Diocesana de Lisboa, Luís Fragoso.

De recordar que o IFRRU 2030 é um instrumento financeiro dedicado à reabilitação e revitalização urbanas, destinadas a arrendamento a preços acessíveis e moderados. Combina dotações do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa (CEB) e prevê a mobilização de recursos privados através das instituições financeiras.

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