A Schneider Electric foi distinguida com o primeiro lugar no Gartner Top 25 Supply Chain 2026, alcançando a liderança deste ranking internacional pelo quarto ano consecutivo.
Segundo a empresa, o reconhecimento resulta da estratégia seguida ao longo do último ano, centrada em três prioridades: pessoas, digital e sustentabilidade. A tecnológica reforçou a transformação da sua cadeia de abastecimento através da expansão de capacidades digitais de ponta a ponta e da adoção de ferramentas de inteligência artificial para apoiar a tomada de decisão, aumentando a visibilidade, a fiabilidade e o desempenho operacional da sua rede global.
Em paralelo, a Schneider Electric investiu na capacitação das equipas e na integração da sustentabilidade como um dos motores da sua atividade, procurando reforçar a eficiência, a resiliência e a criação de valor para os clientes.
Mourad Tamoud, Chief Supply Chain Officer da Schneider Electric, afirmou: “Apesar de mais um ano de desafios e disrupções, ficámos posicionados pelo quarto ano consecutivo no ranking Gartner Top 25 Supply Chain. Todos os anos trazem um contexto diferente, que desafia a nossa cadeia de abastecimento a continuar a evoluir, a inovar e a transformar-se para os nossos clientes e parceiros". O responsável acrescentou ainda: “Sentimo-nos muito honrados pelo facto de os nossos esforços serem reconhecidos, à medida que nos mantemos focados nas pessoas, no digital e na sustentabilidade, num contexto de importante aceleração do negócio.”
O ranking Gartner Supply Chain Top 25 combina indicadores de desempenho financeiro e critérios ESG (ambientais, sociais e de governação) com a avaliação de especialistas da Gartner e de responsáveis da indústria, distinguindo as empresas que demonstram maior capacidade de liderança e inovação na gestão da cadeia de abastecimento.
A empresa entra agora na fase final do programa Impact Supply Chain, que visa acelerar a transformação das operações através do reforço das competências das equipas, da adoção de soluções digitais e inteligência artificial e da simplificação dos processos. O programa assenta em quatro pilares estratégicos: pessoas, planeta, clientes e desempenho, com o objetivo de aumentar a eficiência operacional e a resiliência.