Janelas

ANFAJE reitera pedidos de apoio à melhoria da eficiência energética



                      ANFAJE reitera pedidos de apoio à melhoria da eficiência energética
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Com o arranque de uma nova onda de calor no país, a ANFAJE – Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes volta a alertar para a necessidade de apoios às obras de melhoria do conforto térmico das habitações.

Sendo certo que as ondas de calor serão cada vez mais frequentes, a associação reivindica IVA reduzido de 6% para as janelas eficientes, que considera essencial “para o combate à evasão fiscal nas pequenas obras”; benefícios fiscais em sede de IRS para quem fizer obras de melhoria das suas habitações, nomeadamente através da instalação de novas janelas eficientes, “premiando uma opção energeticamente mais sustentável, premiando uma opção energeticamente mais sustentável”; e o lançamento de programas e medidas públicas de apoio, que podem utilizar os fundos europeus para a criação de programas e medidas públicas de incentivo à instalação de janelas eficientes e outros materiais de construção que melhorem o conforto térmico e acústico das casas. Para a ANFAJE, “reformular e retomar a execução de uma nova versão do Programa de Apoio ‘Edifícios Mais Sustentáveis’, seria uma das medidas acertadas”.

A generalidade do parque habitacional português “foi construído sem preocupações e exigências relativas ao conforto térmico e eficiência energética dos edifícios”, e por isso “tem casas muito frias no inverno e muito quentes no verão”, que não permitem uma temperatura confortável no interior, que assegure as condições de saúde e bem-estar, sobretudo da população mais idosa. “Além disso, a reforçar a falta de condições de conforto das habitações, Portugal continua na cauda da Europa no que respeita à denominada pobreza energética”.

João Ferreira Gomes, presidente da ANFAJE, refere em comunicado que “a maioria da população portuguesa vive em casas sem qualquer tipo de isolamento térmico, enquanto não consegue aquecer e arrefecer as mesmas por carência de rendimento para o custo da energia despendida em aquecedores ou aparelhos de ar condicionado”.

A ANFAJE reitera a sua disponibilidade para apresentar as suas propostas ao Governo e às demais instituições públicas, “com o objetivo de contribuir com a sua visão estratégica para continuar a aposta em medidas de melhoria do conforto e eficiência energética dos edifícios portugueses”.

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