A Contacto Atlântico celebra 30 anos de atividade a 28 de maio.
André Caiado, arquiteto fundador da empresa, recorda que, em 1996, partiu “de uma visão clara: criar arquitetura com memória, rigor e sentido de pertença. Uma arquitetura que respeita o passado, interpreta a cultura e o lugar e, projeto a projeto, procura deixar cada espaço mais humano”.
30 anos depois, olha para este percurso “com orgulho”, contabilizando mais de 1 milhão de metros quadrados projetados nas áreas de planeamento urbano, reabilitação urbana, habitação coletiva, moradias privadas, escritórios, hotéis, restaurantes, retalho de luxo, saúde, logística e espaços públicos. “Uma presença que atravessa Portugal de Norte a Sul e que se estende além-fronteiras, com projetos no Brasil, em Espanha, na África do Sul e no Reino Unido”.
André Caiado recorda que “este caminho foi construído por muitas mãos, diferentes disciplinas e uma mesma forma de olhar para o mundo. No nosso escritório, Arquitetura, Engenharia, Design de Interiores e Arquitetura Paisagista trabalham lado a lado, todos os dias, para que cada projeto seja mais do que uma resposta técnica: seja um lugar pensado para durar e pertencer”.
Em comunicado, o responsável da Contacto Atlântico realça também que “desde somos o atelier com mais projetos de reabilitação urbana da nossa autoria premiados em Portugal. Hoje, esta história continua ao lado do meu filho, João Caiado, e ganha agora uma nova margem em São Paulo, do outro lado do Atlântico, onde um capítulo que honra o nosso nome já está em curso. Três décadas depois, continuamos a desenhar para perdurar e a construir para pertencer”.
“A todos os que fizeram parte deste caminho, aos que lhe dão forma todos os dias e aos que continuam a acreditar que a arquitetura pode cuidar do passado, dar forma ao presente e desenhar um futuro que pertença a todos: obrigado”, conclui.